quarta-feira, 30 de julho de 2008

Eu não entendo , você entende?



Cidade da Música. R$500.000.000,00 gastos até agora, o que se sabe.

Nova maternidade Leila Diniz já atende na Zona Oeste Custo : R$13.000.000,00


Notícias do Rio – PrefeituraA Prefeitura abriu oficialmente as novas instalações da Maternidade Municipal Leila Diniz na Barra da Tijuca, ao lado do Hospital Municipal Lourenço Jorge (HMLJ). Antes em Jacarepaguá, a unidade está agora num prédio de última geração, onde foram investidos R$ 13 milhões para abrigar um hospital materno-infantil de alta complexidade e um centro pediátrico apto a prestar serviços ambulatoriais e cirúrgicos.
O complexo tem oito salas de ambulatório e um banco de leite para mães com dificuldade em amamentar. As gestantes podem fazer ainda pré-natal e exames de ultra-som, laboratoriais e cardiotocografia. Estão disponíveis 55 leitos, 40 deles obstétricos e 15 para tratamento intensivo neonatal, dando à unidade a capacidade de realizar entre 300 e 400 partos por mês. Em breve haverá mais 20 leitos de pediatria, cinco de UTI pediátrica, cinco de UI neonatal e 20 obstétricos, totalizando 105 leitos e ampliando a capacidade para 600 partos mensais. Postado em Quinta, janeiro 17 @ 22:20:09 BRST por Denise Machado.

Gostaria de entender a lógica. Daria para fazer 40 dessas Leilas.

o jardineiro

terça-feira, 29 de julho de 2008

Parou na rampa.
Não se pode mais reclamar, um pobre e analfabeto chegou ao poder, inteligente. Aquela estória de uma história de explorados na qual era impossível haver uma melhor distribuição de renda, por ser esta renda controlada pelo poderoso faz agora eco em nossas cabeças e ensurdece a mente, causa transtornos de coerência. O inusitado fez luz, mas a treva o abraçou, era só um ídolo. Será que nosso povo é realmente fadado a miséria de ser explorado pelos de fora? Sim e não, acho que têm uma tendência burra, extrativista na qual imiscui o paralelo caça e caçador contrariando a geometria, consegue unir o impossível, consumando o fato lógico. Cria então uma matemática em que literalmente abusou da regra de três. O bom menino do dedo verde permitiu efeito contrario e sendo assim tornou-se vítima do toque do verde financeiro, verde do poder etc. Lembro-me do brilhante presidente militar que era obrigado a usar óculos escuros para não correr o risco de se auto-devorar. “Nunca na história desse país”, houve quem conseguisse parafrasear os discursos adversários com tanta naturalidade. Ratificou a verdade de que no Brasil se assume o poder com a esquerda e governa com a direita, foi tão evidente como seu antecessor. Nunca os bancos ganharam tanto, nunca tanto pobre foi morto, mesmo que com a barriga menos vazia.Nunca se pagou tanto imposto. Existe hoje em dia uma inviabilidade comercial, onde se tornou impossível administrar sem sonegação e se move circularmente, mais imposto e mais sonegação, sendo essa a lógica do cobrador. Não votei no Sr Lula, mas me emocionei com sua vitória, confesso. O considero um grande desperdício, o bonde perdido que passou vazio por dentro e com o estribo cheio. Infelizmente a meu ver ele deveria ter assumido o Luiz Inácio e deixado o Lula para as campanhas, foi uma pena.
O jardineiro.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

sábado, 26 de julho de 2008


Houaiss.


Cidadão


substantivo masculino
1 habitante da cidade
2 indivíduo que, como membro de um Estado, usufrui de direitos civis e políticos garantidos pelo mesmo Estado e desempenha os deveres que, nesta condição, lhe são atribuídos
2.1 aquele que goza de direitos constitucionais e respeita as liberdades democráticas
2.2 título honorífico concedido por uma cidade (ou outra unidade de um país) a alguém a ela vinculado por realizações, serviços, laços culturais ou afetivos etc., e que é natural de outro lugar
2.3 aquele que recebe esse título

3 Diacronismo: arqueologia verbal.
na Grécia antiga, indivíduo que desfrutava do direito de participar da vida política da cidade, o que era vedado à mulher, ao estrangeiro e ao escravo

4 Diacronismo: arqueologia verbal.
indivíduo nascido em território romano e que gozava da condição de cidadania
5 Uso: informal.
qualquer indivíduo; sujeito
O Jardineiro.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

................................ corrigindo BRASIL!!!

Deixa a vida me levar.
A violência prolifera por todos os lados, o futebol refúgio de alegria e de divertimento tornou-se um campo de batalha. Os jogadores comprados e vendidos a preço de ouro se agridem criminosamente, causando danos irreversíveis em seus próprios companheiros. Nas arquibancadas é o mesmo. Eles nadam em dinheiro, têm vida de celebridade, muitos de origem pobre, e sem coração nobre. Aonde chegaremos, por que ocorre a violência por toda parte? Em meu trabalho sou levado a percorrer no mínino uma favela carioca por dia, é triste a pobreza e o desperdício de vidas que poderiam produzir coisas boas para si e para a coletividade. Muitos desses jogadores vieram de favelas ou comunidades carentes, onde o sonho do futebol aquece o coração de alguns como a única solução para suas vidas. Eu pergunto e os demais para aonde vão e para aonde vai nossa sociedade alienada que se encolhe diante das ameaças e sofre calada, debaixo do jugo canalha da política e dos demais poderes no Brasil. Não venho instigar violência, sou um pensador, acredito na educação e no trabalho. A única medida a tomar em meu modo de pensar é votar direito. O homem é mau, egoísta, mas uma sociedade organizada pode melhorar o comportamento humano, através de bons costumes e aplicação correta do dinheiro público em implantação de projetos comunitários honestos e funcionais. Gosto da música, mas “Deixa a vida me levar, é brincadeira” não leva a sério porque você pode se machucar. Os garotos que vencem lá fora no futebol, deveriam como alguns já fazem, colaborar para o bem de seu país e de suas comunidades e não dar exemplos de playboy ignorante. Plantar o bem é a solução!
O Jardineiro.


A inveja do capeta!


Tem caso que nem Freud explica, por exemplo: tem gente matando o diabo de inveja. O cão está de língua de fora, já disse que não agüenta esses meninos, alguns até carregaram dólar na bíblia e não sei mais o quê. Eu soube que foram expulsos do jardim. Ainda bem que eu não era jardineiro na época. Dizem que o Criador do jardim já sabia de tudo antes de fazer, sendo assim montou um plano de alianças para salvar alguns no meio de muitos. Daí de cima eu acho que só salva o velhinho barbudo e olhe lá!Olha só o capeta, está de cabelo branco. O diabo está pagando os pecados, os caras estão melhores que ele na arte da maldade, ganância, gula, é acusação em cima de acusação. Já saíram no you tube e tudo, não livraram a cara de ninguém. Atenção rapaziada vamos dar um tempo pra vê se organiza esse inferno que vocês criaram. Cuidado! com essa moral baixa, pouca vergonha, daqui a pouco vão tomar uma coça até da turma do arco Iris, ai...não é só sodomita não, falso profeta também não entra, está escrito!É fogo certo, só que é o do inferno cambada! Deus me perdoe ...


O Jardineiro.

quinta-feira, 24 de julho de 2008






























Quem? Nós plantamos?



Como mudaram as coisas, do ingênuo ao violento, em poucas décadas?Quem será que lucrou? Quem semeou o que estamos colhendo agora? O quê estão plantando neste momento para chegarmos ao “não sei aonde?



O Jardineiro.





Feitos para pensar, e ai?

O quê é o homem de hoje, o que ele quer em tanta busca inútil, além dos limites lógicos de bom senso. O que a aparência tão importante hoje em dia, faz com que as pessoas se rasguem e estiquem as peles. Buscam a aparente jovialidade e a uma forma agressiva de defesa, tornando-se verdadeiras monstruosidades. Como será este processo de construção de um estereótipo que sobrepõe às reais personalidades e por que isso acontece. Será o homem insatisfeito com sua aparência ou será uma forma de dominação dos demais, influenciando as mentes fracas e cativas aos ventos insinuantes da bestialidade. Vivemos a era das celebridades, ocas personagens lobotomizadas por uma mídia estúpida e manipuladora. Vemos uma classe artística alheia à cultura em seu verdadeiro sentido e o costumeiro comércio de mediocridades. Assistimos a mais variadas formas de estabelecimento de guetos, os quais se auto- promovem em excessos, focando a criação de identidades falsas para serem consumidas de maneira idiota por uma sociedade restrita aos sentidos elementares dos prazeres rasos. Vemos a complicada teia da lucrativa indústria das drogas, lícitas e ilícitas emancipando doutrinas de costumes destruidores, mas aceitos e idealizados. Hordas de jovens e adolescentes são conduzidos a desgraça em ignorante fantasia coletiva, que adota esses costumes bárbaros. Destruição em massa de pessoas e da natureza em uma escala absurda. Com tudo isso caminha a humanidade, cega, surda em renitente agonia e despercebidamente. Somente ainda não adotou a mudez, mas já silencia para o que é importante e berra o insólito como verdade. O que fazer deixar descer a ladeira, desligar de tudo e retroceder em um mundo que já agoniza? Escravos pós-modernos!
O Jardineiro.

quarta-feira, 23 de julho de 2008



Não demora.
Pensam que somos palhaços, que a vida é uma quimera, estão enganados, para não dizer esganados. Saboreiam com prazer o sufragar ignorante da massa que sofre e abana suor de seu trabalho rude. Aquele que volta triste e sacoleja quieto na condução penosa e de existência calada. Lei da vida, lei da favela, triste amanhecer de quem parte, sem deixar com sorte aqueles a quem ama e não pode cuidar. Por que achar que somos iguais, quando muitos sofrem e agoniam no pesar de nunca atingir sequer o direito de uma vida digna. Onde está a dignidade? Há de chegar a hora que se ajustará a corda e faltará o chão para aqueles se lambuzam no mórbido sentido da desonra alheia. Corre os subúrbios, os morros, as favelas e veja o que é , lembra se viveu, o que foi um dia e se puder sentir, tema. Pobre sangue brasileiro, mestiço por natureza forçada, a quem desde sempre foi imposto na força e no tronco, transpassado pela nobreza impura e da maldade exótica. Deixemos Deus e deuses de fora, tratemos da vergonha humana, pra não dizer desumana, onde estão os que lançaram votos de existência sadia e igual? Estes têm vida curta, dura o tempo de engordar os bolsos e sacrificar a carne dos que como si mesmo, um dia contorceu revolta e amealhou desgraças. Este não sabe por que deixou o infortúnio e virou legal na horda dos dignos de saldo alto. Salve os Dantas,os Cacciolas e demais que já sangraram a terra nostra,aguardem os que desviam o pão do pobre e se lambuzam esnobes nas praças da comilança rica e na fornicação putanesca.Não tardará o dia da nação acordar sem jeito de dar errado e sua força ativa correrá perene para a riqueza merecida, após séculos de usurpação sagaz dos estranhos e também dos sórdidos traidores de mãe gentil. Hei de viver para ver o amanhecer risonho de quem goza e gozará então o melhor e merecido fruto,não o colhido de vez por quem não devia. Esta terra é nobre, indicada à fartura desde nascença, roubaram o muito para engordar os tolos que pensaram tudo poder levar, o que não viram é melhor e se levantará com força insuportável, sangrarão os solos onde brotará a fartura e o povo verá sua vez chegar, assistirá a morte dos catinguentos vampiros em praça pública. Abomino a violência, mas confesso torcer para escutar ranger o cadafalso, o patíbulo dos que riem do infortúnio da maioria perplexa.
O Jardineiro 23/07/2008